Brasa Acesa
Uma celebração vibrante e madura do amor que resiste à rotina, às contas e ao bombardeio do cotidiano. Embalada por um groove envolvente e guitarras brilhantes, a faixa narra o momento em que o mundo exterior silencia para dar lugar ao "norte sagrado" da intimidade. É o retrato de um casal que, entre responsabilidades e o passar dos anos, mantém aceso o frescor e a paixão da juventude.
Rádio diz: o mundo vai mal.
Manchete cinza, clima de caos.
A gente alinha conta e razão,
Fio da navalha, com o pé no chão.
Zelo com os filhos, o dever de cuidar.
Lida pesada para nos atrapalhar.
Olhando pra tudo que a gente é capaz:
Vencendo leões por um pouco de paz!
Trinco faz “clack” ...
Porta se fecha...
O resto é baque! …
A vida é uma brecha!
Minha bússola indica
O norte sagrado.
Sua pele no cio ...
Corpo arrepiado.
Mapear seu corpo
Me deixa contente.
Fico ansioso ...
Tal adolescente!
É brasa acesa, amor!
Desde o raiar do dia.
Te ver ao lado é a maior alegria.
Obrigações causam ruído...
Mas não mudam nossa libído!
Responsabilidade? Ficou lá fora.
Longe do nosso calor, do agora.
Tenta esquecer meu temperamento.
O que importa é o “aqui dentro”!
Acredite, respeito as discussões.
Ninguém é perfeito... são nossas razões.
Nada abala o que já pressinto:
Nós dois velhinhos... brincando com isso!
É brasa acesa, amor!
Desde o raiar do dia.
Te ver ao lado é a maior alegria.
Obrigações causam ruído...
Mas não mudam nossa libido!


